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Love Me

Play trailer 1:49 Poster for Love Me R 2025 1h 31m Romance Sci-Fi Drama Comedy Play Trailer Watchlist
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46% Tomatometer 90 Reviews 60% Popcornmeter 100+ Ratings
In a story that spans billions of years, a buoy and a satellite meet online long after humanity's extinction. As they learn what life was like on Earth, they discover themselves and what it means to be alive and in love. In this groundbreaking first feature from directors Sam and Andy Zuchero, Love Me explores contemporary topics surrounding technology and identity, though at its heart is a simple, emotionally resonant tale of transformation. Thrillingly utilizing filmmaking techniques from live-action, practical animatronics, classic animation and game engines, and anchored in enthralling performances by Stewart and Yeun, Love Me culminates in the longest-spanning love story ever told.
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Critics Consensus

Kristen Stewart and Steven Yeun are appealing leads, but Love Me's admirable narrative reach exceeds its grasp.

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Kristy Puchko Mashable Feb 12
An oddly hopeful movie set in on a dead Earth, Love Me is about how even a robot might wade through the mess of societal expectations, internet white noise, and chronic self-doubt, and be able to achieve the truly radical — self-acceptance. Go to Full Review
Tim Cogshell FilmWeek (LAist) Feb 11
I rather enjoyed this. I had to let it overwhelm me because it's a bit of an interesting conception: thoughtful, funny, creative in terms of concept and execution. Go to Full Review
Mick LaSalle San Francisco Chronicle Feb 4
2/4
Still, every so often “Love Me” finds a certain feeling and tone, where we can feel the vastness of human longing and measure it against the yet greater vastness and consuming blackness of space. Go to Full Review
David Bax Battleship Pretension Sep 12
Love Me is the movie equivalent of people who type “smol.” Go to Full Review
John Serba Decider Jun 24
Love Me tries to be a thinker, but it’s just a muddle of simplicities. Go to Full Review
Matt Pais MattPais.com Jun 20
B-
The kind of big swing that either leaves viewers cold and annoyed or totally transfixed on its wavelength. Or, like I was, both, landing somewhere in the middle. Go to Full Review
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Audience Reviews

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sivan 05/25/2024 messy screenplay but cinematic experience is good. See more Evan C Oct 24 Kristen Stewart and Steven Yeun are both excellent in #LoveMe, with a chemistry that transcends even their robotic forms as a satellite and a buoy. As a film its refreshingly original in its ideas and style, even when its script is a little lacking. See more Jaden F Oct 5 I was genuinely shocked by the rotten tomatoes score. Beautiful movie, I love it! See more NerdCall @nerdcall Sep 2 Estreando em janeiro de 2024 no Festival de Sundance, Love Me rapidamente chamou a atenção dos presentes. O longa foi descrito como “inventivo” e “inovador”, e não poderia ser diferente: além de uma proposta curiosa, o filme ainda trouxe como chamariz a presença de Kristen Stewart e Steven Yeun, dois nomes de peso em Hollywood. A dupla não apenas estrelou o projeto, como também o defendeu em entrevistas, ressaltando que o roteiro era algo único. E, de fato, ao olhar para a premissa, a sensação inicial é de frescor e ousadia dentro da ficção científica. A trama se passa em um futuro longínquo, onde uma boia meteorológica ganha consciência e inicia contato com um satélite em órbita. O que nasce desse encontro é, surpreendentemente, uma relação que se desenvolve entre essas duas inteligências artificiais. A ideia é tão excêntrica que já serve de divisora de águas: ou o espectador aceita embarcar nessa experiência experimental, ou dificilmente encontrará motivação para dar o play. Afinal, não se trata de um filme convencional, mas de um exercício narrativo que claramente busca romper padrões. E nesse aspecto é impossível não reconhecer a coragem dos diretores Sam e Andy Zuchero, que aqui estreiam em longas-metragens depois de experiências em curtas e comerciais. O problema é que ousadia, por si só, não basta para sustentar duas horas de filme. Quando se tem tantas ideias condensadas em uma única obra, o risco de sobrecarregar a narrativa é enorme. E Love Me infelizmente cai nessa armadilha: a proposta inicial, que poderia render um olhar sensível sobre humanidade, consciência e afeto, se perde em meio a experimentos excessivos e um ritmo arrastado. A comparação com Wall-E ou até com episódios de Black Mirror surge naturalmente, já que o filme também procura examinar os costumes humanos sob o olhar de quem não pertence a esse mundo. A boia, em sua tentativa de “se tornar humana”, mergulha na internet em busca de referências e acaba encontrando uma influencer como modelo de comportamento. A partir daí, nasce a exploração das experiências mais triviais — o que é beijar, como funciona uma cócega, ou até o que significa beber água. Esses momentos, em tese, poderiam ser o coração da narrativa, já que revelam como a vida cotidiana, quando observada de fora, pode soar absurda e até engraçada. Mas o que poderia ser poético e instigante acaba se tornando repetitivo. O filme opta por dividir sua narrativa em três estilos visuais diferentes: a realidade “pura”, com a boia e o satélite; uma realidade virtual representada em stop-motion com captura de movimento; e, apenas em momentos pontuais, a presença real dos atores. Essa multiplicidade, que tinha a intenção de enriquecer a experiência, gera o efeito contrário: o espectador é lançado de um estilo para outro, sem tempo de se conectar de fato com a história. O stop-motion, em especial, sofre com o chamado “vale da estranheza”, tornando difícil criar empatia com o que se vê na tela. Esse excesso de camadas visuais denuncia o maior problema de Love Me: a ambição desmedida. Os diretores parecem querer abordar de tudo — crítica social, reflexão sobre inteligência artificial, análise do comportamento humano, exploração de sentimentos básicos —, mas não conseguem estruturar um fio narrativo consistente. O resultado é um filme que, apesar de ter muito a dizer, não consegue se expressar de maneira clara. O ritmo lento e a densidade da proposta fazem com que a experiência seja exaustiva, a ponto de exigir paciência extra do público para chegar até o fim. Curiosamente, quando Stewart e Yeun finalmente aparecem em carne e osso, já perto do desfecho, o longa ganha força. De repente, existe vida, existe energia, existe conexão. Só que esse sopro dura pouco e não é suficiente para compensar o tédio acumulado durante a maior parte da projeção. A sensação é de frustração: tínhamos ali dois grandes intérpretes que poderiam ter carregado o filme com muito mais impacto, mas foram relegados a aparições quase simbólicas. É importante reconhecer, no entanto, que a tentativa de discutir temas humanos através do olhar de máquinas não é desprezível. Há momentos em que o filme levanta reflexões interessantes sobre ego, vaidade, consumo, luxo e exposição nas redes sociais. Mas tudo isso aparece de forma fragmentada, diluído em piadas rápidas ou observações superficiais, sem nunca ganhar o aprofundamento necessário. O relacionamento entre as duas IAs, que deveria ser o centro emocional da trama, nunca chega a se consolidar. Falta densidade nos diálogos, falta tempo de tela dedicado a construir intimidade. Assim, o que era para ser uma história de amor cósmica se transforma em um exercício de paciência. Se Love Me tivesse sido lançado há dez ou quinze anos, talvez fosse recebido como uma obra “cult” pela ousadia formal. Hoje, porém, em um cenário onde a ficção científica já explorou tantas vertentes, a proposta soa mais como um experimento que não encontrou seu equilíbrio. O que deveria ser um elogio à inventividade se torna, paradoxalmente, um exemplo de como a inovação sem clareza pode afastar mais do que atrair. Em resumo, Love Me é corajoso, mas confunde coragem com clareza. O filme quer falar de humanidade, mas esquece de tornar sua história humana. Quer ser inventivo, mas se perde na própria invenção. Há boas ideias no caminho, sem dúvida, mas elas se diluem em um mar de excessos. Não é um desastre completo — existem produções recentes bem piores com orçamentos mais generosos —, mas dificilmente alguém vai sair da sessão entusiasmado. O que fica, no fim, é uma experiência cansativa, arrastada e que desperdiça tanto o talento de seus atores quanto a chance de realmente emocionar. Love Me tinha tudo para ser um sopro de novidade, mas acaba sendo um dos filmes mais difíceis de assistir da temporada. É a prova de que ousadia é essencial no cinema, mas, sem equilíbrio, pode transformar a inovação em um fardo. See more ama b Aug 10 A contemplative film with many messages — from what it is to exist and be human, to how AI mimics life yet remains technically unreal, to how humans themselves are often phony and imitative (particularly in today’s world of social media). It’s also a surprisingly realistic love story. Excellent acting too. See more Roses A Jul 14 It had me in my feelings. By the end I felt sad but hopeful for the future. Im glad they got their happy ending and worked through the issue. See more Read all reviews
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Anora 93% 85% Anora Watchlist TRAILER for Anora I'm Your Man 95% 80% I'm Your Man Watchlist TRAILER for I'm Your Man Her 95% 82% Her Watchlist Poor Things 92% 80% Poor Things Watchlist TRAILER for Poor Things The Worst Person in the World 96% 86% The Worst Person in the World Watchlist TRAILER for The Worst Person in the World Discover more movies and TV shows. View More

Movie Info

Synopsis In a story that spans billions of years, a buoy and a satellite meet online long after humanity's extinction. As they learn what life was like on Earth, they discover themselves and what it means to be alive and in love. In this groundbreaking first feature from directors Sam and Andy Zuchero, Love Me explores contemporary topics surrounding technology and identity, though at its heart is a simple, emotionally resonant tale of transformation. Thrillingly utilizing filmmaking techniques from live-action, practical animatronics, classic animation and game engines, and anchored in enthralling performances by Stewart and Yeun, Love Me culminates in the longest-spanning love story ever told.
Director
Sam Zuchero, Andrew Zuchero
Producer
Kevin Rowe, Shivani Rawat, Ben Howe, Julie Goldstein, Luca Borghese
Screenwriter
Sam Zuchero, Andrew Zuchero
Distributor
Bleecker Street
Production Co
Scythia Films, 2AM, AgX
Rating
R (Some Sexuality/Nudity)
Genre
Romance, Sci-Fi, Drama, Comedy
Original Language
English
Release Date (Theaters)
Jan 31, 2025, Limited
Release Date (Streaming)
Feb 18, 2025
Runtime
1h 31m
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